Psicóloga lança livro sobre a geração Z

Psicóloga lança livro sobre a geração Z

Simone Emmanuel analisa comportamento na era digital

Em tempos de pandemia, falar sobre o excesso de informação, o uso excessivo das redes sociais e o sentimento de solidão que acompanha os jovens já seria um tema super atual. Mas o que a psicóloga Simone Emanuel não sabia, era que seu estudo sobre a Geração Z (nascidos após 1995 – a era da internet) iniciados há dois anos, iria render um livro que mais parece ter sido escrito no início da quarentena.

A publicação que já está disponível no formato digital (e-book) no site da Amazon, e o livro impresso no site da escritora (https://simoneemmanuel.com.br/) apresenta insights que revelam não só o comportamento dos que já nasceram usufruindo da internet em suas vidas –  mas também fala de temas  e sentimentos que todos nós parecemos estar mergulhados neste novo normal, como solidão, cultura do cancelamento e vaidade nas redes.

A chamada geração Z nasceu junto com os computadores. Desde pequenos já foram familiarizados com o modus operandi dos meios digitais e puderam acompanhar toda modernização dos aparatos eletrônicos. Mas apesar de toda a facilidade e exposição nas redes, em meio à gama de recursos comunicativos a que tem acesso a geração Z, a solidão, paradoxalmente ao que se poderia esperar, é um sentimento que se apresenta com alta frequência entre esses jovens digitais. “Alguns estudos sugerem, curiosamente, que a geração Z vive uma epidemia de solidão, em que pese a amplitude de possibilidades de comunicação e entretenimento oferecidos pelo mundo tecnológico”, afirma Simone.

Em meio ao cenário atual em que estamos vivendo, a importância do estudo da solidão é fundamental para o ser humano, pois a dependência da internet ou, consequentemente, das redes sociais, pode ser um meio de fuga utilizada pelo indivíduo para lidar com o sentimento de solidão, advindo do formato da sociedade atual, com contatos presenciais cada vez mais raros. “O sentimento de solidão não diz respeito somente à falta de companhia ou isolamento, mas também à condição do ser humano sentir-se só mesmo acompanhado”, afirma.

Outro assunto abordado por  Simone é o uso excessivo da redes,  uma doença da era digital chamada nomofobia. A nomofobia significa a fobia de estar impossibilitado de utilizar dispositivos tecnológicos. Os principais sintomas nomofóbicos são: angústia, ansiedade e nervosismo. A nomofobia está geralmente relacionada com comorbidades  secundárias de outros transtornos: ansiedade; fobia social; síndrome do pânico; e transtorno obsessivo compulsivo (TOC).

O exagero do uso das redes também traz um excesso de vaidade, muitas vezes prejudicial. Esse uso excessivo relacionado à conectividade se mostra tão presente que a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui, dentro do Instituto de Psiquiatria, um Laboratório de estudos sobre o tema, o chamado Instituto DELETE. Esse grupo oferece tratamento à pessoas que apresentam ou sofrem com distúrbios relacionados ao uso digital, onde oferecem a possibilidade de um “DETOX” digital:

A necessidade de aprovação de terceiros, de expor a imagem perfeita, de ser reconhecido pelo próximo, de mostrar felicidade constante faz com que a vida nas redes sociais se afaste cada vez mais da realidade”, afirma Simone.

Exageros a parte, essa geração é um retrato da nossa sociedade. Os futuros pais, empresários, professores, políticos e basicamente que estarão em posição de liderança no mundo daqui uns anos. Para onde estamos indo? Quais mudanças acontecerão? Quais paradigmas serão quebrados?

EMMANUEL, Simone

Geração Z

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maxwelladmin

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