Websérie “Como Fazer”, com foco na primeira infância e no universo da africanidade, aborda consciência corporal

Websérie “Como Fazer”, com foco na primeira infância e no universo da africanidade, aborda consciência corporal

Criada pelo coletivo Alfabantu, segundo episódio conta com Odara Dèlé entrevistando Priscilla Obaci

Foto: Priscila Obaci e Odara Dèlé/ Crédito: Joyce Prado (Oxalá Produções)

São Paulo, abril de 2021 – No próximo dia 10 de abril, sábado, às 20h, vai ao ar o segundo episódio de “Como Fazer?”, websérie com foco na primeira infância, abordando conteúdos relacionados à africanidade. Criada pelo Alfabantu, coletivo que atua na área de educação e tecnologia que fomenta o diálogo entre Brasil e África por meio da língua portuguesa, os vídeos ficam disponíveis no canal do Youtube e site http://www.alfabantu.com.br

“Nossa proposta é pautar a infância como etapa que possibilita às crianças construírem memórias afetivas e socioculturais importantes para sua formação, além de oferecer subsídios para pais, educadores e todos os interessados”, declara Odara Dèlé.

Com vídeos que variam de 25 a 30 minutos, s segundo episódio conta com a participação de Priscila Obaci respondendo uma pergunta importante aos pais: Como inserir a consciência corporal desde a primeira infância? A atriz, dançarina, poeta e bacharel em Comunicação das Artes do Corpo é uma das grandes referências no assunto de dança materna, que se tornou uma possibilidade de conexão entre o ventre e o mundo a partir desse templo sagrado chamado corpo.

“Como fazer para discutir diversidade sexual desde a primeira infância?” é o tema abordado por Elania Francisca, Consultora em Sexualidade Infantojuvenil. Por fim, Jairo Pereira, cantor, compositor, ator e poeta, traz a tona o tema de paternidade preta, como inseri-la de forma mais saudável desde a primeira infância.

A proposta da websérie começou antes mesmo da pandemia da Covid-19, mas foi antecipada com o crescimento por busca de conteúdos educacionais online durante o período de isolamento social. O objetivo é dialogar e refletir sobre a primeira infância de maneira de que diferentes públicos possam acessar, compartilhar e repostar.

A primeira temporada foi lançada ainda no primeiro semestre, com seis episódios e convidados especiais, entre eles, Sidnei Barreto, Luciana Braga e Pedro Hartung, com temas como consumismo na infância e depressão precoce. O primeiro episódio desta temporada teve Karimá Serene, instrutora do coletivo Rekhet Yoga ao lado de FurahaImani. Na entrevista, ela explicou sobre os benefícios e importância da Yoga Kemetic, uma prática ancestral africana que trata de desequilíbrios internos como depressão, transtornos alimentares, enfraquecimento do sistema imunológico entre outros.

Mais informações em:
Youtube: http://www.youtube.com/channel/UC0jUuZ0mro7XuiLGpzRqEbA
Site: http://alfabantu.com/
Instagram: @alfabantu

Sobre a Alfa bantu

Criada em 2016, a Alfa bantu é uma produtora de conteúdos determinada a discutir e refletir sobre a primeira infância voltada ao entretenimento, educação e cultura africana e afro-brasileira. Em 2017, ganhou notoriedade ao lançar um aplicativo que estimula crianças que estão no processo de alfabetização por meio de jogos digitais ligados a língua falada kimbundu, apresentando jogos literais, inventário de vocabulários, ilustrações de pronúncias e palavras faladas no cotidiano com animações.

A educadora e escritora Odara Dèlé começou a Alfa bantu para atender demandas educacionais nas instituições periféricas da zona norte de São Paulo com olhares voltados para a transformação social. Iniciou pesquisas tendo como foco a cultura e a língua do povo bantu, especialmente o kimbundu. As pesquisas promovidas pelo grupo buscam apreender e trazer à tona a importância dos conhecimentos africanos para se compreender e viver a negritude na sociedade brasileira urbana e contemporânea. Em função disso, o coletivo Alfabantu tem como proposta a religação com a cultura africana a partir dos povos bantu, proporcionando uma leitura real desse povo e de sua cultura como forma de reconhecer a presença africana em nossa realidade e, assim, podermos melhor compreender nossa própria identidade.

maxwelladmin

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